Jorge Schabarum
Jorge Hilário Schabarum · nasceu em 1975
Jorge Schabarum se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jorge Schabarum declarou R$ 582,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 150,4 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Jorge SchabarumR$ 582,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa em alvenariaR$ 215,5 milCasa
- Terreno urbano com 360R$ 172,4 milTerreno
- Poupança na cooperativa sicrediR$ 114,9 milCaderneta de poupança
- GM prisma, ano 2010R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente na cooperativa sicrediR$ 28,7 milConta corrente no país
- Motocicleta fanR$ 15,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 3.878Dinheiro em espécie
- Reboque ano 2014R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge Schabarum declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Linha Nova (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 48443,9%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 42538,5%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Henrique Petry PrefeitoR$ 19417,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Linha Nova (RS), 2020
Jorge Schabarum: R$ 8,80 por voto (mediana da disputa, R$ 8,38). Quem venceu, Luciane Zimmermann, gastou R$ 5,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,6; o mais barato, R$ 5,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Schabarum. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson Agrimpho PSBR$ 1 mil · 13 votosR$ 80,6
- Beatriz Schmitt PTR$ 2,8 mil · 79 votosR$ 35,8
- Susana Plautz PSBR$ 1 mil · 33 votosR$ 31,7
- Sérgio Utzig PTR$ 778 · 50 votosR$ 15,6
- Rodrigo Kich MDBR$ 710 · 77 votosR$ 9,23
- Jorge Schabarum MDBR$ 484 · 55 votosR$ 8,80
- Gilberto Vogel PSBR$ 1 mil · 125 votosR$ 8,38
- Paulo Altmann PTR$ 778 · 97 votosR$ 8,02
- Marcelo Beck PDTR$ 484 · 72 votosR$ 6,72
- Carin Petry MDBR$ 304 · 48 votosR$ 6,34
- Luciane Zimmermann PTR$ 708 · 121 votosR$ 5,85
- Jaqueline Fritsch PTBR$ 304 · 57 votosR$ 5,34
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.