Jorge Rosas Demiate
nasceu em 1948
Jorge Rosas Demiate disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Paraná), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 58 anos, superior completo, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Jorge Rosas Demiate teve 22.732 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 258 candidatos.
Recebeu votos em 226 cidades. Ponta Grossa deu 63,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Jorge Rosas Demiate declarou R$ 6,1 mi em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2006.
- Jorge Rosas DemiateR$ 6,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 287,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 3,8 mi
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 23 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- terreno rural denominado Fazenda Capão GrandeR$ 2,2 miBens rurais e animais
- uma área de terras ruraisR$ 1,4 miBens rurais e animais
- apto. 201, Ed. San Paul, em CuritibaR$ 572,9 milImóveis
- 1/5 parte da casa na Avenida Nove de JulhoR$ 515,9 milImóveis
- veículo caminhonete NissanR$ 229,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- empréstimos à Lia Marcia Peixoto SequenziaR$ 178,9 milCréditos e direitos
- um lote de terreno n° 13R$ 167,2 milImóveis
- lote de terreno n° 11R$ 149,9 milImóveis
- caminhonete chevroletR$ 142,6 milVeículos, barcos e aeronaves
- aquisição de 12891 ações ON de emiossão de Cia…R$ 123 milDinheiro e aplicações
- apto. n° 503R$ 119,3 milImóveis
- valor em espécieR$ 74,6 milDinheiro e aplicações
- terça parte de uma casa em alvenariaR$ 32,1 milImóveis
- empréstimo feito a Péricles H. de MelloR$ 29,8 milCréditos e direitos
- 156541 ações ONR$ 27 milDinheiro e aplicações
- 5000 quotas de capital do valor de R$ 1R$ 14,9 milEmpresas e participações
- crédito em conta corrente na empresa Cia. Pontagrossense…R$ 13,5 milCréditos e direitos
- aparelho telefônicoR$ 9.421Outros
- aparelho telefônicoR$ 8.994Outros
- valor aplicado no OurocapR$ 7.527Dinheiro e aplicações
- 02 lotes urbanos sem benfeitoriasR$ 6.427Imóveis
- 11755 ações ON da empresa Vila Velha Hotéis e Turismo S/AR$ 1.017Dinheiro e aplicações
- caderneta de poupançaR$ 984Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Jorge Rosas Demiate declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, em reais de hoje.
2006 · Deputado federal · Paraná · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1,1 mi79,9%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 249,2 mil18,9%
- EmpresasR$ 14,8 mil1,1%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.8560,3%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2006
Jorge Rosas Demiate: R$ 57,9 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). Quem venceu, Angelo Vanhoni, gastou R$ 6,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 6,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Rosas Demiate. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof. Picler PDTR$ 8,1 milhões · 36.820 votosR$ 220
- Rocha Loures MDBR$ 8,7 milhões · 89.204 votosR$ 97,2
- Jorge Rosas Demiate MDBR$ 1,3 milhão · 22.732 votosR$ 57,9
- Alfredo Kaefer PSDBR$ 6,9 milhões · 158.659 votosR$ 43,7
- Marcelo Almeida MDBR$ 3,4 milhões · 84.590 votosR$ 40,8
- Ratinho Junior CIDADANIAR$ 7,8 milhões · 205.286 votosR$ 37,9
- Luciano Pizzatto DEMR$ 1,4 milhão · 41.342 votosR$ 33,4
- Balbinotti MDBR$ 3,4 milhões · 116.398 votosR$ 29,6
- Alex Canziani PTBR$ 3,1 milhões · 111.472 votosR$ 28,2
- Eduardo Sciarra DEMR$ 2,3 milhões · 85.197 votosR$ 27,5
- Luiz Carlos Hauly PSDBR$ 3 milhões · 111.506 votosR$ 26,8
- Max Rosenmann MDBR$ 2,8 milhões · 116.516 votosR$ 24,2
- Alceni Guerra DEMR$ 1,6 milhão · 69.022 votosR$ 22,6
- Andre Zacharow MDBR$ 1,2 milhão · 59.030 votosR$ 21,2
- Lupion DEMR$ 2,3 milhões · 122.861 votosR$ 18,8
- Micheletto MDBR$ 1,8 milhão · 103.120 votosR$ 17,8
- Cassio Taniguchi DEMR$ 1 milhão · 67.821 votosR$ 14,9
- Cezar Silvestri CIDADANIAR$ 1,3 milhão · 88.962 votosR$ 14,8
- Giacobo PLR$ 1,3 milhão · 92.868 votosR$ 14
- Setim DEMR$ 1,2 milhão · 88.526 votosR$ 13,6
- Dilceu Sperafico PPR$ 1,5 milhão · 116.632 votosR$ 13,3
- Osmar Serraglio MDBR$ 1,9 milhão · 149.673 votosR$ 13
- Reinhold Stephanes MDBR$ 1,2 milhão · 101.699 votosR$ 12,3
- André Vargas PTR$ 888 mil · 83.222 votosR$ 10,7
- Dr. Rosinha PTR$ 699 mil · 69.349 votosR$ 10,1
- Ricardo Barros PPR$ 1,3 milhão · 130.855 votosR$ 10
- Affonso Camargo PSDBR$ 987 mil · 99.763 votosR$ 9,89
- Chico Da Princesa PLR$ 760 mil · 84.046 votosR$ 9,04
- Gustavo Fruet PSDBR$ 1,8 milhão · 210.674 votosR$ 8,69
- Angelo Vanhoni PTR$ 724 mil · 111.036 votosR$ 6,52
Votos por real
- 2006, deputado federal: 17 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.