Apuração
1º suplente de senador · 2018 · MDB

Jorge Rios

Antonio Jorge Rios · nasceu em 1954

Jorge Rios se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012MDB2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), MDB (2012–2018).

Suplente sen.PrefeitoVereadorPartidoPLMDB20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2018, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2018: 63 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    1º suplente de senador · Bahia
    MDB 150· direita
    Na chapa de Jorge Viana
    chapa não eleita60.907 votos da chapa
  2. 2012
    Vereador · Pé de Serra (BA)
    MDB 15678· centro-direita
    eleito409 votos
  3. 2008
    Prefeito · Pé de Serra (BA)
    PL 22· direita
    não eleito307 votos, 3,9%
  4. 2004
    Prefeito · Pé de Serra (BA)
    PL 22· direita
    não eleito3.734 votos, 46,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Jorge Rios declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 1,6 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.940.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 761 mil
    Casa
  2. #Nulo#R$ 761 mil
    Outros bens imóveis
  3. #Nulo#R$ 456,6 mil
    Terreno
  4. #Nulo#R$ 304,4 mil
    Apartamento
  5. #Nulo#R$ 304,4 mil
    Apartamento
  6. #Nulo#R$ 228,3 mil
    Terreno
  7. #Nulo#R$ 106,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. #Nulo#R$ 30,4 mil
    Terra nua

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge Rios declarou ao TSE R$ 106 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 55 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Pé de Serra (BA) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 55,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 55,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 55,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 6501,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Pé de Serra (BA), 2012

Jorge Rios: R$ 136 por voto (mediana da disputa, R$ 53,7). Quem venceu, Antonio De Pedro, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 957; o mais barato, R$ 26,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Rios. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 8,7 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 244 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.