Jorge Pivotto
nasceu em 1959
Jorge Pivotto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2016.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2016), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, superior completo, agrônomo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jorge Pivotto declarou R$ 2,9 mi em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2024.
- Jorge PivottoR$ 2,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 487,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 599,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 21 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 50% de colheitadeira New HollandR$ 635,2 milBens da atividade autônoma
- Casa de alvenaria em construçãoR$ 364 milCasa
- Área de 12,10haR$ 331,4 milTerra nua
- Área de terras com 242.580m²R$ 294,6 milTerra nua
- HIlux CS DSL 4X4R$ 227,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Área de terra de 2R$ 220,9 milTerra nua
- Área de terras com 12R$ 138,1 milTerra nua
- ConsorcioR$ 122,6 milConsórcio não contemplado
- Casa de alvenaria em construçãoR$ 118,9 milCasa
- Área de 26,6haR$ 110,5 milTerra nua
- ConsorcioR$ 66 milConsórcio não contemplado
- Casa de alvenaria com 3 pisosR$ 55,2 milCasa
- CaminhaoR$ 49,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Área de terras rurais c/ 122.580m² c/ benfeitoriasR$ 44,1 milOutros bens imóveis rural
- Área de terra com 22.000m²R$ 33,1 milTerra nua
- AplicaçoesR$ 27,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Área de terras rurais com 362.000m²R$ 24,6 milTerra nua
- Área de terras rurais com 49.034m²R$ 9.942Terra nua
- Lote rural com 30.000 m²R$ 7.291Terra nua
- TerrenoR$ 1.601Terreno
- Saldo em conta correnteR$ 526Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge Pivotto declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 27 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · São Jorge (RS) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, São Jorge (RS), 2024
Jorge Pivotto: R$ 42,3 por voto (mediana da disputa, R$ 42,3). Quem venceu, Danilo Salvalaggio, gastou R$ 46,1 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Pivotto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danilo Salvalaggio CIDADANIAR$ 73 mil · 1.591 votosR$ 46,1
- Jorge Pivotto PDTR$ 27 mil · 647 votosR$ 42,3
Votos por real
- 2024, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 147 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.