Apuração
1º suplente de senador · 2018 · PSOL

Jorge Paz

Jorge Leonardo Paz · nasceu em 1949

Jorge Paz se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,80← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSOL2012PSOL2014PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Vice-pres.Suplente sen.PrefeitoVereadorPartidoPSOL200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2018, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2018: 69 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    1º suplente de senador · São Paulo
    PSOL 500· esquerda
    chapa não eleita543.583 votos da chapa
  2. 2014
    Vice-presidente · Brasil
    PSOL 50· esquerda
    Na chapa de Luciana Genro
    chapa não eleita1.608.712 votos da chapa, 1,5%
  3. 2012
    PSOL 50· esquerda
    não eleito2.056 votos, 1,0%
  4. 2008
    PSOL 50050· esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Jorge Paz declarou R$ 506,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 196,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 506,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 333.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 506,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge Paz declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Mogi das Cruzes (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 14,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.81619,5%

Para onde foi

R$ 14,5 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,5 mil.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Direção NacionalR$ 10,8 mil74,9%
  2. Transporte2 pessoas, não nomeadasR$ 2.81619,5%
  3. Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 8175,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mogi das Cruzes (SP), 2012

Jorge Paz: R$ 7,03 por voto (mediana da disputa, R$ 7,03). Quem venceu, Marco Bertaiolli, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,8; o mais barato, R$ 0,15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Paz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 142 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.