Jorge Nascimento
Jorge Nascimento Lopes · nasceu em 1967
Jorge Nascimento se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jorge Nascimento declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 6.416, já descontada a inflação.
Declarou 15% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Jorge NascimentoR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge Nascimento declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 750.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Passo do Sobrado (RS) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Passo do Sobrado (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 29 por voto. Quem venceu, Alfredinho, gastou R$ 8,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 181; o mais barato, R$ 8,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neri PDTR$ 2,7 mil · 15 votosR$ 181
- Vilmar PDTR$ 10 mil · 134 votosR$ 78,1
- Ivo Port PTR$ 7,8 mil · 126 votosR$ 62
- Evandir (Toco) PDTR$ 4,3 mil · 93 votosR$ 45,7
- Zé Do Gás PTBR$ 8 mil · 191 votosR$ 41,9
- Evaldir PSDBR$ 6,5 mil · 193 votosR$ 33,8
- Professora Núbia PDTR$ 7,5 mil · 260 votosR$ 29
- Romário PDTR$ 3,7 mil · 133 votosR$ 27,8
- Selmo Loco PTR$ 5 mil · 181 votosR$ 27,5
- Célio PDTR$ 4,4 mil · 165 votosR$ 27
- Gil PTR$ 4,4 mil · 231 votosR$ 19
- Alfredinho PTR$ 2,7 mil · 301 votosR$ 8,85
Votos por real
- 2012, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.