Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Jorge Monteiro (dr. Jorge)

Jorge Gomes Monteiro Neto · nasceu em 1977

Jorge Monteiro (dr. Jorge) disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Vitor Meireles (SC)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15215· centro
    suplente164 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jorge Monteiro (dr. Jorge) declarou R$ 399,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 399,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 148.007 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Jorge Monteiro (dr. Jorge)R$ 399,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 399,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Automovel gm/vectra gtR$ 188,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Disponibilidade financeiraR$ 130,8 mil
    Outros
  3. Automovel fiat/uno milleR$ 37,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Terreno urbano com 3.250M2R$ 16,2 mil
    Imóveis
  5. Terreno urbano com 601R$ 13,5 mil
    Imóveis
  6. Quotas capital de firma clinica monteiro lins LTDAR$ 8.008
    Empresas e participações
  7. Previnvest PGBLR$ 4.144
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Jorge Monteiro (dr. Jorge) declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Vitor Meireles (SC) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 7.374
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.374.
  1. PartidoR$ 4.01354,4%
  2. Próprio bolsoR$ 2.94539,9%
  3. PessoasR$ 4155,6%

Para onde foi

R$ 7.333
O maior gasto foi com transporte: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.333.
  1. TransporteR$ 3.40346,4%
  2. Material impressoR$ 2.14229,2%
  3. OutrosR$ 1.32318%
  4. ServiçosR$ 2683,7%
  5. EscritórioR$ 1982,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Vitor Meireles (SC), 2008

Jorge Monteiro (Dr. Jorge): R$ 44,7 por voto (mediana da disputa, R$ 42,4). Quem venceu, Odirlei Jeremias, gastou R$ 29,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,9; o mais barato, R$ 29,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Monteiro (Dr. Jorge). É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.