Jorge Michelli
Jorge Emanuel Mascarenhas Michelli · nasceu em 1961
Jorge Michelli se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jorge Michelli declarou R$ 609,1 mil em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 312,5 mil acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Jorge MichelliR$ 609,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um imóvel terreo e 1° andarR$ 487,4 milCasa
- Banco itauR$ 43,3 milConta corrente no país
- Toyota etios sedanR$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- LCI banco do brasilR$ 21,8 milLeasing
- Poupança ouro banco do brasilR$ 12,7 milCaderneta de poupança
- Conta correnta no banco do brasilR$ 3.362Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge Michelli declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Vera Cruz (BA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.31552,7%
- PessoasR$ 5.66747,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.98759,4%
- ServiçosR$ 3.23821,4%
- TransporteR$ 1.61910,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2958,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Vera Cruz (BA), 2016
Jorge Michelli: R$ 59,8 por voto (mediana da disputa, R$ 30,2). Quem venceu, Tatinho, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Michelli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lenise Lyder PSDBR$ 16 mil · 104 votosR$ 155
- Epifanio PSBR$ 12 mil · 197 votosR$ 62,8
- Jorge Michelli CIDADANIAR$ 15 mil · 253 votosR$ 59,8
- Dr. Lula PPR$ 9 mil · 163 votosR$ 55,2
- Coité Filho PPR$ 17 mil · 525 votosR$ 32,1
- Itamar Da Madeirada REPUBLICANOSR$ 9,7 mil · 311 votosR$ 31,2
- Paulinho MDBR$ 15 mil · 498 votosR$ 30,2
- Jorge Rasta PVR$ 11 mil · 510 votosR$ 20,9
- Bira PHSR$ 8,7 mil · 419 votosR$ 20,7
- Niraldo PODER$ 9,1 mil · 457 votosR$ 19,8
- Lico De Matarandiba PPR$ 7,9 mil · 569 votosR$ 13,8
- Tatinho PPR$ 7,8 mil · 679 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.