Apuração
1º suplente de senador · 2006 · PDT

Jorge Martins

Jorge Oliveira Martins · nasceu em 1943

Jorge Martins se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PDT.

Suplente sen.VereadorPartidoPDT20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2006, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2006: 62 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    1º suplente de senador · Mato Grosso do Sul
    PDT 123· centro-esquerda
    chapa não eleita59.594 votos da chapa
  2. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito4.395 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Jorge Martins declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 484.588 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Apartamento, 1302 - edifício monte carlo - josé antônio…R$ 447,3 mil
    Imóveis
  2. Unidade autônomaR$ 447,3 mil
    Imóveis
  3. 1/11 Avos dos terrenos n.. 01R$ 178,9 mil
    Imóveis
  4. Terrenos, 09,10,11 e 12 - quadra 04 - loteamento jardim…R$ 178,9 mil
    Imóveis
  5. Veículo utilitário S10R$ 119,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Automóvel poloR$ 73,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Jorge Martins declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Campo Grande (MS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 93 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93 mil.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 50,7 mil54,5%
  2. Próprio bolsoR$ 42,4 mil45,5%

Para onde foi

R$ 93 mil
O maior gasto foi com escritório: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de DiversosR$ 22,8 mil24,5%
  2. Material impressoR$ 14,8 mil15,9%
  3. OutrosR$ 1630,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2004

Mediana da disputa: R$ 54,5 por voto. Quem venceu, Youssif, gastou R$ 32,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 32,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.