Jorge do Baron
Homero Jorge Davascio · nasceu em 1965
Jorge do Baron se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Tibagi (PR)PSB 45· centro-esquerdaNa chapa de Butinachapa não eleita3.093 votos da chapa, 27,5%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jorge do Baron declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 639,6 mil acima da inflação.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Jorge do BaronR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chacara de 10.000 M2 em tibagiR$ 812,3 milTerra nua
- 33,33% Capital social na empresa materiais de construção…R$ 243,7 milQuotas ou quinhões de capital
- 33,33% Quotas da associação tibagiana de investimentosR$ 162,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Tucson, 2011, cor preta, placa AUO-9738R$ 61,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge do Baron declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tibagi (PR) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.39266,7%
- Outros candidatosR$ 2.49230,8%
- PessoasR$ 1942,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.99437,1%
- TransporteR$ 2.91536,1%
- PessoalR$ 1.61920%
- ServiçosR$ 3564,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1942,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tibagi (PR), 2016
Jorge Do Baron: R$ 32,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,3). Quem venceu, Tônico, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 16,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Do Baron. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Plem PPR$ 68 mil · 361 votosR$ 189
- Bete Bonasso PTBR$ 8,7 mil · 62 votosR$ 140
- Cila Pavesi PSDR$ 26 mil · 359 votosR$ 72
- Joãozão Da Barra PSDR$ 12 mil · 227 votosR$ 53,8
- Ivan Do Mercado PTBR$ 7,3 mil · 205 votosR$ 35,5
- Enio PSCR$ 21 mil · 623 votosR$ 34,1
- Jorge Do Baron PSBR$ 8,1 mil · 250 votosR$ 32,3
- Helen Cristina Pereira PTBR$ 13 mil · 430 votosR$ 31,1
- Paola PTBR$ 12 mil · 394 votosR$ 30,5
- Gilson Roberto PSDR$ 8,9 mil · 446 votosR$ 19,9
- Joao Paulo Ribas DEMR$ 9,8 mil · 512 votosR$ 19,1
- Tônico PPR$ 7,2 mil · 442 votosR$ 16,3
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.