Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Jorge da Laura

Jorge Loureiro · nasceu em 1966

Jorge da Laura se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), MDB (2008).

PrefeitoPartidoCIDADANIAMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Buri (SP)
    MDB 15· centro
    não eleito3.332 votos, 29,7%
  2. 2004
    Prefeito · Buri (SP)
    CIDADANIA 23· centro
    eleito6.353 votos, 62,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jorge da Laura declarou R$ 492,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 492,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 182.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.

  • Jorge da LauraR$ 492,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 492,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge da Laura declarou ao TSE R$ 713 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 516 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Buri (SP) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 515,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 515,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 325,7 mil63,1%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 152,6 mil29,6%
  3. EmpresasTudo de Guilherme E Moraes DrogariaR$ 37,5 mil7,3%

Para onde foi

R$ 515,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 515,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal142 pessoas, não nomeadasR$ 225,6 mil43,8%
  2. ServiçosR$ 16,4 mil3,2%
  3. EventosR$ 3.7480,7%
  4. EscritórioR$ 1.0070,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Buri (SP), 2008

Jorge Da Laura: R$ 155 por voto (mediana da disputa, R$ 69). Quem venceu, Ú Fonseca, gastou R$ 69 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Da Laura. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 6,5 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.