Apuração
Deputado estadual · 2022 · PROS

Jorge Almeida

Jorge de Oliveira Almeida · nasceu em 1958

Jorge Almeida se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006PRONA2008PL2010PSL2012PDT2016AGIR2022PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 7 partidos: MDB (2004), PRONA (2006), PL (2008), PSL (2010), PDT (2012), AGIR (2016), PROS (2022).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoMDBPRONAPLPSLPDTAGIRPROS’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 64 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PROS 90200· direita
    suplente806 votos; 686º mais votado de 1.561 no estado
  2. 2016
    Vereador · Itaboraí (RJ)
    AGIR 36670· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2012
    Vereador · Itaboraí (RJ)
    PDT 12347· centro-esquerda
    suplente
  4. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSL 17147· direita
    suplente1.804 votos; 413º mais votado de 1.514 no estado
  5. 2008
    Vice-prefeito · Itaboraí (RJ)
    PL 19· direita
    Na chapa de Helil Cardoso
    chapa não eleita22.773 votos da chapa, 20,5%
  6. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PRONA 56147· direita
    suplente6.907 votos; 222º mais votado de 1.377 no estado
  7. 2004
    Vice-prefeito · Itaboraí (RJ)
    MDB 15· centro
    Na chapa de Sergio Soares
    chapa não eleita41.020 votos da chapa, 40,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Jorge Almeida teve 806 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 686º lugar entre 1.561 candidatos.

Recebeu votos em 24 cidades. São Gonçalo deu 43,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.

806 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 806 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)352 votos43,7%
  2. Itaboraí (RJ)312 votos38,7%
  3. Niterói (RJ)39 votos4,8%
  4. Rio de Janeiro (RJ)38 votos4,7%
  5. Maricá (RJ)12 votos1,5%
  6. Outras 9 cidades13 votos1,6%
As outras 2 eleições para deputado
1.804 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.804 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)869 votos48,2%
  2. Itaboraí (RJ)793 votos44%
  3. Niterói (RJ)63 votos3,5%
  4. Rio de Janeiro (RJ)28 votos1,6%
  5. Tanguá (RJ)9 votos0,5%
  6. Outras 9 cidades10 votos0,6%
6.907 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.907 votos.
  1. Itaboraí (RJ)3.743 votos54,2%
  2. São Gonçalo (RJ)2.530 votos36,6%
  3. Niterói (RJ)164 votos2,4%
  4. Rio de Janeiro (RJ)109 votos1,6%
  5. Cachoeiras de Macacu (RJ)91 votos1,3%
  6. Outras 18 cidades51 votos0,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jorge Almeida declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 9.770, já descontada a inflação.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 8.123
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.000 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 8.123. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge Almeida declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Itaboraí (RJ) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 3.873
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.873
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Itaboraí (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 52,1 por voto. Quem venceu, Edinho, gastou R$ 34,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.279; o mais barato, R$ 34,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 472 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.