Apuração
Deputado federal · 2022 · PSD

Sergio Soares

Sergio Alberto Soares · nasceu em 1945

Sergio Soares se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004MDB2008PP2012PP2016PSDB2020PROS2022PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2022 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 6 partidos: PDT (2002), MDB (2004), PP (2008–2012), PSDB (2016), PROS (2020), PSD (2022).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPDTMDBPPPSDBPROSPSD’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2022: 77 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PSD 5550· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 1017º mais votado de 1.024 no estado
  2. 2020
    Prefeito · Itaboraí (RJ)
    PROS 90· direita
    não eleito32.172 votos, 30,1%
  3. 2016
    Prefeito · Itaboraí (RJ)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito14.259 votos, 16,3%
  4. 2012
    Prefeito · Itaboraí (RJ)
    PP 11· direita
    não eleito26.798 votos, 22,5%
  5. 2008
    Prefeito · Itaboraí (RJ)
    PP 11· direita
    eleito36.387 votos, 32,7%
  6. 2004
    Prefeito · Itaboraí (RJ)
    MDB 15· centro
    não eleito41.020 votos, 40,9%
  7. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito27.902 votos; 78º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Sergio Soares teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 1017º lugar entre 1.024 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado federal em 2022
As outras 1 eleições para deputado
27.902 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 27.902 votos.
  1. Itaboraí (RJ)20.639 votos74%
  2. São Gonçalo (RJ)1.784 votos6,4%
  3. Tanguá (RJ)1.571 votos5,6%
  4. Rio Bonito (RJ)1.167 votos4,2%
  5. Rio de Janeiro (RJ)737 votos2,6%
  6. Outras 39 cidades277 votos1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Sergio Soares declarou R$ 253,4 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2022, o total caiu R$ 1,8 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 253,4 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 210.397 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2022.

  • Sergio SoaresR$ 253,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 694,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 253,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. DhR$ 210,8 mil
    Dinheiro em espécie
  2. ServanR$ 32,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. LoteamentoR$ 4.818
    Outros bens imóveis
  4. CapitalizaçãoR$ 2.710
    Outros fundos
  5. Saldo c/c itau / bloqueio judicialR$ 2.546
    Conta corrente no país
  6. Saldo BBR$ 40
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Sergio Soares declarou ao TSE R$ 3,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 2,4 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 111,1 mil
0% veio de fundos públicos; 30 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 111,1 mil.
  1. Pessoas30 pessoas, não nomeadasR$ 91,5 mil82,4%
  2. Próprio bolsoR$ 19,6 mil17,6%

Para onde foi

R$ 79 mil
O maior gasto foi com serviços: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 79 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal34 pessoas, não nomeadasR$ 24,4 mil30,9%
  2. Material impressoTudo de Sg Solucoes Visuais Slu LtdaR$ 13,2 mil16,7%
  3. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 4.2175,3%
  4. InternetR$ 1.2011,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2022

Mediana da disputa: R$ 70,6 por voto. Quem venceu, Daniela Do Waguinho, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 341; o mais barato, R$ 17,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 106 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa (contas parciais).
  • 2016, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 9 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 143 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.