Jorge Abrantes
Jorge Luiz Bonfim de Abrantes · nasceu em 1984
Jorge Abrantes se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jorge Abrantes declarou R$ 159 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Jorge AbrantesR$ 159 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorge Abrantes declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 849.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pindorama (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pindorama (SP), 2020
Jorge Abrantes: R$ 7,45 por voto (mediana da disputa, R$ 6,62). Quem venceu, Enfermeiro Leandro Comelli, gastou R$ 3,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,5; o mais barato, R$ 3,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Abrantes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliezer MDBR$ 3,4 mil · 63 votosR$ 54,5
- Rogério Rios MDBR$ 2,8 mil · 177 votosR$ 15,9
- Marcos Andarola REPUBLICANOSR$ 920 · 88 votosR$ 10,5
- Poletto REPUBLICANOSR$ 1,5 mil · 180 votosR$ 8,49
- Jorge Abrantes DEMR$ 849 · 114 votosR$ 7,45
- Nenê Vidal REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 438 votosR$ 7,14
- Fatima Ranzani REPUBLICANOSR$ 1 mil · 155 votosR$ 6,62
- Marcos Rocha Ítalo Colombo MDBR$ 1,5 mil · 236 votosR$ 6,54
- Trabuco PSDR$ 1,3 mil · 199 votosR$ 6,39
- Silvana Bolonhini Protetica PTBR$ 1,1 mil · 203 votosR$ 5,58
- Rodolfo Do Varejão REPUBLICANOSR$ 1,1 mil · 200 votosR$ 5,35
- Enfermeiro Leandro Comelli PSDBR$ 969 · 265 votosR$ 3,66
Votos por real
- 2020, vereador: 114 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.