Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Jorge Rigon

Jorge Milton Soares Rigon · nasceu em 1969

Jorge Rigon se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PDT (2016).

VereadorPartidoPPPDT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itacurubi (RS)
    PDT 12580· centro-esquerda
    eleito127 votos
  2. 2012
    Vereador · Itacurubi (RS)
    PP 11500· direita
    eleito116 votos
  3. 2008
    Vereador · Itacurubi (RS)
    PP 11500· direita· na urna, Jorge
    eleito166 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jorge Rigon declarou R$ 381,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 193,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 381,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 235.000 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Jorge RigonR$ 381,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 381,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorge Rigon declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Itacurubi (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 7.675
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.675.
  1. Próprio bolsoR$ 7.18993,7%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4866,3%

Para onde foi

R$ 7.646
O maior gasto foi com transporte: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.646. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.29516,9%
  2. Material impressoTudo de Carla Janice Neu Legramante - MeR$ 4736,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Itacurubi (RS), 2016

Jorge Rigon: R$ 60,2 por voto (mediana da disputa, R$ 67,2). Quem venceu, Luiz Carlos, gastou R$ 33 por voto. O voto mais caro custou R$ 985; o mais barato, R$ 33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jorge Rigon. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mara Belmonte PDTR$ 6,9 mil · 7 votosR$ 985
  • Rita Carvalho PDTR$ 6,9 mil · 18 votosR$ 385
  • Paulo Machado PDTR$ 7,7 mil · 60 votosR$ 128
  • Clezio PPR$ 11 mil · 93 votosR$ 114
  • Regina Rodrigues PDTR$ 8,1 mil · 75 votosR$ 108
  • Tome Pedroso PDTR$ 9 mil · 118 votosR$ 76,2
  • Bastião PDTR$ 7,7 mil · 114 votosR$ 67,2
  • Jorge Rigon PDTR$ 7,6 mil · 127 votosR$ 60,2
  • Ione PPR$ 7 mil · 122 votosR$ 57,4
  • Manduca PDTR$ 8,6 mil · 156 votosR$ 54,9
  • Diones PDTR$ 11 mil · 247 votosR$ 44,1
  • Luiz Carlos PPR$ 6,8 mil · 206 votosR$ 33

Votos por real

  • 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.