Jonnas
Jose Jonnas de Sousa · nasceu em 1991
Jonnas disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Ipaporanga (CE)), pelo PC do B: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 24 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Jonnas declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Ipaporanga (CE) · PC do B · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de F Noel Beserra Neto - MeR$ 1.53794,9%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 835,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ipaporanga (CE), 2016
Jonnas: R$ 15,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Toinho Contábil, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,1; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jonnas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nilson Moreira MDBR$ 228 mil · 2.560 votosR$ 89,1
- Toinho Contábil PTR$ 69 mil · 4.306 votosR$ 15,9
- Jonnas PC do BR$ 1,6 mil · 104 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2016, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.