Joel Bomfim
Joel Bomfim da Silva · nasceu em 1962
Joel Bomfim se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2002–2004), PL (2008), PSC (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPSB 40610· centro-esquerdasuplente16.195 votos; 266º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Joel Bomfim teve 16.195 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 266º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 141 cidades. Guarulhos deu 66,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Joel Bomfim declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 527,7 mil acima da inflação.
Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Joel BomfimR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Joel Bomfim declarou ao TSE R$ 201 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Guarulhos (SP) · PSC · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 42,5 mil54,3%
- Próprio bolsoR$ 30 mil38,3%
- PartidoR$ 4.5445,8%
- Outros candidatosR$ 1.2431,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 36,9 mil47,1%
- PessoalR$ 27,4 mil35,1%
- TransporteR$ 12,8 mil16,3%
- InternetR$ 1.1331,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Guarulhos (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 101 por voto. Quem venceu, Gileno, gastou R$ 61,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 612; o mais barato, R$ 61,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jorge Tadeu DEMR$ 1,4 milhão · 2.327 votosR$ 612
- Heleno Metalurgico PDTR$ 505 mil · 3.250 votosR$ 155
- Geraldo Celestino PSDBR$ 511 mil · 3.381 votosR$ 151
- Prof. Eneide PTR$ 352 mil · 2.550 votosR$ 138
- Genilda PTR$ 461 mil · 3.629 votosR$ 127
- Daniel Soares DEMR$ 381 mil · 3.249 votosR$ 117
- Prof. Moacir PTR$ 638 mil · 6.323 votosR$ 101
- Edmilson Souza PTR$ 360 mil · 4.411 votosR$ 81,5
- Guti PVR$ 404 mil · 5.127 votosR$ 78,8
- Eduardo Soltur PSDR$ 538 mil · 7.183 votosR$ 74,8
- Zé Luiz PTR$ 364 mil · 4.902 votosR$ 74,2
- Gileno PSLR$ 337 mil · 5.502 votosR$ 61,3
Votos por real
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 304 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.