Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Joaquim Marcelino

Joaquim Marcelino de Oliveira · nasceu em 1927

Joaquim Marcelino se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DC2008PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2002), PSB (2008).

Dep. federalVereadorPartidoDCPSB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2008: 80 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PSB 40000· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    DC 2789· direita· na urna, Joaquim Cicila
    suplente346 votos; 376º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Joaquim Marcelino teve 346 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 376º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 94 cidades. Conselheiro Pena deu 35,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,4%.

346 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 346 votos.
  1. Conselheiro Pena (MG)122 votos35,3%
  2. Belo Horizonte (MG)50 votos14,5%
  3. Ipatinga (MG)23 votos6,6%
  4. Alvarenga (MG)8 votos2,3%
  5. Contagem (MG)8 votos2,3%
  6. Outras 79 cidades92 votos26,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Joaquim Marcelino declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 53,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Joaquim MarcelinoR$ 53,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 53,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Joaquim Marcelino declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Minas Gerais · DC · suplente

De onde veio

R$ 3.175
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.175
O maior gasto foi com pessoal: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.175. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 2.18368,8%
  2. EventosR$ 1033,2%
  3. EscritórioR$ 441,4%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2002

Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Virgílio Guimarães, gastou R$ 4,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,7; o mais barato, R$ 4,19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 109 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.