Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Joaquim do Quito

Joaquim Pedro de Souza Filho · nasceu em 1961

Joaquim do Quito se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSDB (2012).

VereadorPartidoDEMPSDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSDB 45620· centro-direita
    eleito260 votos
  2. 2004
    DEM 25125· direita· na urna, Joaquim
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Joaquim do Quito declarou R$ 876,5 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 876,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 400.000 na declaração)

Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Joaquim do QuitoR$ 876,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 876,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Joaquim do Quito declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Paula Cândido (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 7.105
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.105.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.70838,1%
  2. Próprio bolsoR$ 2.64537,2%
  3. Outros candidatosTudo de Marcos Vinicius AlvesR$ 1.75224,7%

Para onde foi

R$ 7.105
O maior gasto foi com transporte: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.105. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 3014,2%
  2. ServiçosR$ 2924,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1622,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Paula Cândido (MG), 2012

Joaquim Do Quito: R$ 27,3 por voto (mediana da disputa, R$ 27,3). Quem venceu, Lucrina, gastou R$ 8,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,9; o mais barato, R$ 8,95.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joaquim Do Quito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.