João Walter
João Walter Martins Marcondes Pereira · nasceu em 1952
João Walter disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Rio Claro (SP)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, João Walter declarou R$ 2,5 mi em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.
- João WalterR$ 2,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 22 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 01 Terreno jd.primaveraR$ 278,1 milImóveis
- 01 Terreno bairro souzasR$ 215,3 milImóveis
- 01 Veículo modelo F250R$ 199,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- Valores poder declaranteR$ 188,7 milOutros
- 01 Apto, sub distrito perdizes, são paulo-spR$ 179,6 milImóveis
- Um lote terrenoR$ 155,7 milImóveis
- 01 Lote terreno pertencente ao dependente 22721418890R$ 140,3 milImóveis
- Predio residencialR$ 139,2 milImóveis
- 01 Imovel residencial vila aparecida rio claro-spR$ 121,5 milImóveis
- 1.500HA de terraR$ 121,3 milBens rurais e animais
- 01 Veiculo marca gm/silverado ano 2001R$ 107,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- Bens pertecente ao dependente CPF 22721418890R$ 105,2 milOutros
- 01 Imovel residencial jardim são pauloR$ 97,5 milImóveis
- Predio comercialR$ 88,9 milImóveis
- Uma gleba terraR$ 75,5 milBens rurais e animais
- Um carro marca xsara ano 2003R$ 72,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- 01 Imovel residencialR$ 59,2 milImóveis
- 01 Imovel residencialR$ 59,2 milImóveis
- 01 Lote terreno jardim são paulo rio claro-spR$ 57,1 milImóveis
- 01 Imovel residencialR$ 31,5 milImóveis
- 01 Lote terrenoR$ 18,2 milImóveis
- Valor em poder do dependente CPF 22721418890R$ 6.741Outros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, João Walter declarou ao TSE R$ 94 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Rio Claro (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 52,4 mil55,7%
- PartidoTudo de Diretório EstadualR$ 30,7 mil32,6%
- EmpresasTudo de Oceano Industria Gráfica E Editora Ltda.R$ 8.7109,3%
- PessoasR$ 2.2222,4%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1200,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Rio Claro (SP), 2008
João Walter: R$ 11,3 por voto (mediana da disputa, R$ 11,3). Quem venceu, Du Altimari, gastou R$ 2,32 por voto. O voto mais caro custou R$ 38; o mais barato, R$ 2,32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Walter. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nevoeiro Jr. DEMR$ 1,4 milhão · 37.210 votosR$ 38
- João Walter PSDBR$ 94 mil · 8.318 votosR$ 11,3
- Du Altimari MDBR$ 124 mil · 53.395 votosR$ 2,32
Votos por real
- 2008, prefeito: 89 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.