João Pindaiba
Joao Carlos Ribeiro Veloso · nasceu em 1962
João Pindaiba se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), AVANTE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, servidor público federal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, João Pindaiba declarou R$ 360,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 264,5 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- João PindaibaR$ 360,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 105 Bolvinos machos/femeas de varias idadesR$ 253,5 milOutros bens móveis
- Um caminhonete S-10 ano 2002R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um imovel rural com area de 82R$ 39 milTerreno rural
- Um imovel rural com area 15.24HA santa rosa de lima montes…R$ 18,9 milTerreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, João Pindaiba declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Capitão Enéas (MG) · AVANTE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.42954,8%
- Outros candidatosR$ 1.19326,9%
- Próprio bolsoR$ 81018,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.13670,8%
- Material impressoR$ 81018,3%
- ServiçosR$ 48611%
Quanto custou cada voto: vereador, Capitão Enéas (MG), 2016
João Pindaiba: R$ 30,1 por voto (mediana da disputa, R$ 32,4). Quem venceu, Jarbas Carvalho, gastou R$ 29,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 170; o mais barato, R$ 19,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Pindaiba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruno Braga REPUBLICANOSR$ 30 mil · 175 votosR$ 170
- Jane Da Padaria PTR$ 5,9 mil · 50 votosR$ 118
- Joaninha Do Sapé PRPR$ 6,1 mil · 57 votosR$ 106
- Rita De Silvio Do Sapé PTR$ 6,5 mil · 131 votosR$ 49,8
- Dardieu Dias PDTR$ 9,6 mil · 250 votosR$ 38,5
- Creujair PC do BR$ 11 mil · 300 votosR$ 38,1
- Lucyanna Braga MDBR$ 6,6 mil · 203 votosR$ 32,4
- Adriana Paula PTBR$ 6,7 mil · 222 votosR$ 30,3
- João Pindaiba AVANTER$ 4,4 mil · 147 votosR$ 30,1
- Jarbas Carvalho MDBR$ 11 mil · 377 votosR$ 29,3
- Lau PTR$ 4,3 mil · 166 votosR$ 25,7
- Emilio Cesar PTR$ 4,7 mil · 236 votosR$ 19,9
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.