João Pedro Primo
João Pedro Martins de Oliveira Primo · nasceu em 1942
João Pedro Primo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Campo Belo do Sul (SC)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 61 anos, até o fundamental, produtor agropecuario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, João Pedro Primo declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Campo Belo do Sul (SC) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 40,9 mil84,5%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 7.48015,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Belo do Sul (SC), 2004
João Pedro Primo: R$ 27,6 por voto (mediana da disputa, R$ 27,6). Quem venceu, Firmino, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 86; o mais barato, R$ 18,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Pedro Primo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Moacir Delegado MDBR$ 61 mil · 714 votosR$ 86
- João Pedro Primo DEMR$ 48 mil · 1.753 votosR$ 27,6
- Firmino PPR$ 54 mil · 2.871 votosR$ 18,8
Votos por real
- 2004, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.