João Morelli
nasceu em 1937
João Morelli se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PTB (2004), PV (2008), PSB (2012), PTB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 83 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Morelli declarou R$ 648,1 mil em bens, em reais de hoje: 38 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 394,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 38 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- João MorelliR$ 648,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Conta PoupançaR$ 215,5 milConta corrente no país
- Chacara Santa RitaR$ 143,6 milOutros bens imóveis
- Rua Coronel Luis LeiteR$ 114,9 milCasa
- Rua Coronel Luis LeiteR$ 114,9 milCasa
- Fiesta Sedan 2013R$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- dinheiro em especieR$ 14,4 milDinheiro em espécie
- Carro Uno 2004R$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhoneta Pampa 1996R$ 1.724Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Morelli declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Alegre do Sul (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre do Sul (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,8 por voto. Quem venceu, Rodolfo Baldi, gastou R$ 8,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,5; o mais barato, R$ 5,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kaloy PSDBR$ 3,3 mil · 71 votosR$ 46,5
- Ricardo Guilherme DEMR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 30,7
- Adriana Lixandrão DEMR$ 1,4 mil · 48 votosR$ 28,5
- Rafa PSDBR$ 2,6 mil · 177 votosR$ 14,9
- Marcia Campanari REPUBLICANOSR$ 1,9 mil · 141 votosR$ 13,4
- Luis Lixandrão MDBR$ 1,9 mil · 146 votosR$ 13,3
- Alexandre Pellegatti DEMR$ 2,1 mil · 181 votosR$ 11,8
- Amarildo Ortiz PPR$ 2,1 mil · 203 votosR$ 10,4
- Valter Bueno PTBR$ 1,4 mil · 152 votosR$ 9,51
- Luiz Fabiano PATRIOTAR$ 758 · 91 votosR$ 8,33
- Rodolfo Baldi DEMR$ 976 · 122 votosR$ 8,00
- Prof.Nilson PSDR$ 677 · 115 votosR$ 5,89
Votos por real
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.