Apuração
Deputado estadual · 2014 · PL

João Henrique

João Henrique Rodrigues Pimentel · nasceu em 1957

João Henrique se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2010PL2012PL2014PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: PT (2004), PL (2010–2014).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPL200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2014: 57 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Amapá
    PL 22001· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereador · Macapá (AP)
    PL 22000· direita· na urna, Joao Henrique
    eleito2.857 votos
  3. 2010
    Deputado estadual · Amapá
    PL 22000· direita· na urna, Joao Henrique
    suplente2.968 votos; 43º mais votado de 247 no estado
  4. 2004
    Prefeito · Macapá (AP)
    PT 13· centro-esquerda
    eleito65.425 votos, 41,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, João Henrique teve 2.968 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 247 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 71,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

2.968 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.968 votos.
  1. Macapá (AP)2.128 votos71,7%
  2. Santana (AP)317 votos10,7%
  3. Calçoene (AP)75 votos2,5%
  4. Pedra Branca do Amapari (AP)67 votos2,3%
  5. Itaubal (AP)60 votos2%
  6. Outras 1 cidade4 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, João Henrique declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 57 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2010 e 2014, o total subiu R$ 342,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 570.860 na declaração)

Declarou 57 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Amapá em 2014.

  • João HenriqueR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 19,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 423,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Terreno rural no km 14R$ 349,1 mil
    Terreno rural
  2. ApartamentoR$ 349,1 mil
    Apartamento
  3. Terreno urbano no loteamento parque da lagoaR$ 193,9 mil
    Terreno
  4. Casa residencial localizada na av ataide teiveR$ 127,7 mil
    Casa
  5. Veiculo toyota corolaR$ 48,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Veículo tipo pajero tr 04R$ 38,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, João Henrique declarou ao TSE R$ 2,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,4 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Amapá · PL · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 6.425
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.425.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.56186,6%
  2. EmpresasTudo de M C A Comunicacoes E Artes Ltda - MeR$ 86413,4%

Para onde foi

R$ 7.289
O maior gasto foi com outros: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.289. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 5.56176,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Dr.Jaci, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.312; o mais barato, R$ 21.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 5,1 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.