João Guarnieri
Idair João Guernieri · nasceu em 1958
João Guarnieri se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PL (2008), PSC (2012–2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Guarnieri declarou R$ 148 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 98,1 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- João GuarnieriR$ 148 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Dinheiro em contaR$ 86,2 milConta corrente no país
- 90 Sacas de cafe conlonR$ 48,8 milOutros bens e direitos
- Motocicleta honda cg 2015R$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda cg 2012R$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, João Guarnieri declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio Bananal (ES) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.34637,9%
- PessoasR$ 3.28128,6%
- Fundo eleitoralR$ 2.18719,1%
- Outros candidatosR$ 1.63814,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.12562,4%
- ServiçosR$ 2.18722,3%
- Material impressoR$ 1.50315,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Bananal (ES), 2024
João Guarnieri: R$ 42,9 por voto (mediana da disputa, R$ 42,9). Quem venceu, Chibil, gastou R$ 4,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 945; o mais barato, R$ 4,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Guarnieri. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tezinha PSDR$ 22 mil · 23 votosR$ 945
- Ana Claudia PODER$ 5,5 mil · 10 votosR$ 547
- Penha Monteiro PODER$ 5,5 mil · 11 votosR$ 497
- Rosi PODER$ 5,5 mil · 20 votosR$ 273
- Marcia Farias PSBR$ 3,4 mil · 22 votosR$ 153
- Graça Rocha PODER$ 5,5 mil · 37 votosR$ 148
- João Guarnieri PODER$ 9,8 mil · 229 votosR$ 42,9
- Luiz Soave PSBR$ 6,7 mil · 432 votosR$ 15,4
- Kaleb Viali PODER$ 4 mil · 522 votosR$ 7,71
- Faisca Du Povo MDBR$ 4,6 mil · 627 votosR$ 7,36
- Eduardo Campos PODER$ 4,2 mil · 689 votosR$ 6,03
- Chibil MDBR$ 4,1 mil · 821 votosR$ 4,97
Votos por real
- 2024, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 211 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.