Apuração
Prefeito · 2008 · PP

João do Pedrinho

João Batista Pereira · nasceu em 1955

João do Pedrinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo PP.

PrefeitoPartidoPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Acreúna (GO)
    PP 11· direita
    não eleito4.682 votos, 38,9%
  2. 2004
    Prefeito · Acreúna (GO)
    PP 11· direita
    eleito8.495 votos, 76,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, João do Pedrinho declarou R$ 8,6 mi em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 8,6 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.200.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2008.

  • João do PedrinhoR$ 8,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 672,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 772,5 mil

Cada quadrado, R$ 250 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 8,6 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, João do Pedrinho declarou ao TSE R$ 1,5 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 756 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Acreúna (GO) · PP · não eleito

De onde veio

R$ 744,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 744,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 586,2 mil78,7%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 138 mil18,5%
  3. PessoasR$ 12,2 mil1,6%
  4. EmpresasR$ 8.1291,1%

Para onde foi

R$ 744,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 744,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal366 pessoas, não nomeadasR$ 419,4 mil56,3%
  2. Material impressoR$ 36,1 mil4,9%
  3. EscritórioR$ 147< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Acreúna (GO), 2008

João Do Pedrinho: R$ 159 por voto (mediana da disputa, R$ 121). Quem venceu, Wander Carlos De Souza, gastou R$ 121 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 31,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Do Pedrinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 6,3 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.