Apuração
Prefeito · 2024 · PSD

João Dias

João Dias da Silva · nasceu em 1965

João Dias disputou uma eleição, em 2024, para prefeito (Monjolos (MG)), pelo PSD: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSD2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, ensino médio, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Monjolos (MG)
    PSD 55· centro-direita
    não eleito417 votos, 18,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, João Dias declarou R$ 800,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 800,9 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 725.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.

  • João DiasR$ 800,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 800,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Imível residencial em belo horizonte/mgR$ 226,5 mil
    Apartamento
  2. 50% De lote com construção em vespasiano/mgR$ 215,4 mil
    Terreno
  3. Imóvel residencial em vespasianoR$ 171,2 mil
    Casa
  4. Imovel residencial com um loja em monjolos/mgR$ 171,2 mil
    Casa
  5. Conta correnteR$ 16,6 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, João Dias declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje, 69% de dinheiro público.

2024 · Prefeito · Monjolos (MG) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 16 mil
69% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico Trabalhista - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 10,9 mil68,5%
  2. Próprio bolsoR$ 5.02731,5%

Para onde foi

R$ 15,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,4 mil.
  1. Material impressoTudo de 28.252.407 Eduardo Lemes SantosR$ 8.05052,4%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 7.28447,4%
  3. EscritórioR$ 230,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Monjolos (MG), 2024

João Dias: R$ 36,8 por voto (mediana da disputa, R$ 41). Quem venceu, Paulo Zille, gastou R$ 108 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 14,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Dias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Paulo Zille MDBR$ 63 mil · 589 votosR$ 108
  • Denio UNIÃOR$ 18 mil · 196 votosR$ 93,4
  • Arione AVANTER$ 22 mil · 540 votosR$ 41
  • João Dias PSDR$ 15 mil · 417 votosR$ 36,8
  • Dercinho SOLIDARIEDADER$ 8,1 mil · 566 votosR$ 14,4

Votos por real

  • 2024, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.