João da Chica
João Amancio Neto · nasceu em 1957
João da Chica disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pequi (MG)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, João da Chica declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- João da ChicaR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, João da Chica declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Pequi (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.11084,5%
- Outros candidatosR$ 38815,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.11084,5%
- OutrosR$ 38815,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pequi (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 42,4 por voto. Quem venceu, Ailton Da Horta, gastou R$ 25,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,7; o mais barato, R$ 25,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lúcio Nicodemos PPR$ 3,1 mil · 33 votosR$ 92,7
- Dé Catarino PLR$ 8,3 mil · 91 votosR$ 91,1
- Raimundinho PLR$ 2,8 mil · 46 votosR$ 61,6
- Diego MDBR$ 7 mil · 118 votosR$ 59,4
- Nadinho PSDBR$ 8,3 mil · 152 votosR$ 54,5
- Erasmo PSDBR$ 5,3 mil · 113 votosR$ 47,3
- Augusto Do Posto DEMR$ 3,9 mil · 93 votosR$ 42,4
- Cássio Da Lulu PTR$ 3,8 mil · 108 votosR$ 35,1
- David DEMR$ 3,8 mil · 117 votosR$ 32,7
- Eliza PSDBR$ 3,3 mil · 119 votosR$ 27,9
- Toninho Da Piquitita MDBR$ 2,8 mil · 100 votosR$ 27,6
- Ailton Da Horta PSDBR$ 3,4 mil · 135 votosR$ 25,3
Votos por real
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.