João Carlos Cabedal
João Carlos Pires da Rosa · nasceu em 1967
João Carlos Cabedal se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior incompleto, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1599· centro-direitasuplente706 votos; 204º mais votado de 308 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, João Carlos Cabedal teve 706 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 204º lugar entre 308 candidatos.
Recebeu votos em 71 cidades. Pelotas deu 47,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, João Carlos Cabedal declarou R$ 258,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 105,2 mil acima da inflação.
Declarou 53% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- João Carlos CabedalR$ 258,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João Carlos Cabedal declarou ao TSE R$ 212 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 208 mil, 95% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Pelotas (RS) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 169,8 mil81,5%
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 28,3 mil13,6%
- PessoasR$ 9.3404,5%
- PartidoR$ 9960,5%
Para onde foi
- Pessoal22 pessoas, não nomeadasR$ 17,4 mil62,5%
- OutrosR$ 1.1324,1%
- InternetR$ 7782,8%
- EscritórioR$ 620,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pelotas (RS), 2020
João Carlos Cabedal: R$ 24,4 por voto (mediana da disputa, R$ 28,5). Quem venceu, Paula Mascarenhas, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,3; o mais barato, R$ 3,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Carlos Cabedal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Dan Barbier PDTR$ 322 mil · 3.310 votosR$ 97,3
- Ivan Duarte PTR$ 1,2 milhão · 22.889 votosR$ 50,4
- Fetter PPR$ 909 mil · 21.532 votosR$ 42,2
- Tony Sechi PSBR$ 414 mil · 12.814 votosR$ 32,3
- Marcelo Oxley PODER$ 71 mil · 2.503 votosR$ 28,5
- João Carlos Cabedal MDBR$ 28 mil · 1.139 votosR$ 24,4
- Julio Domingues PSOLR$ 161 mil · 6.691 votosR$ 24
- Paula Mascarenhas PSDBR$ 1,8 milhão · 78.599 votosR$ 23,3
- Marco Marchand DEMR$ 14 mil · 3.593 votosR$ 3,81
Votos por real
- 2020, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.