João Broering
João Paulo Broering · nasceu em 1934
João Broering disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santo Amaro da Imperatriz (SC)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 70 anos, ensino médio, servidor publico civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, João Broering declarou ao TSE R$ 106 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santo Amaro da Imperatriz (SC) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioTudo de Clarisse Vilma De Souza VieiraR$ 22,8 mil21,5%
- ServiçosR$ 4.4504,2%
- EventosR$ 1.0261%
- OutrosR$ 4010,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santo Amaro da Imperatriz (SC), 2004
João Broering: R$ 26,7 por voto (mediana da disputa, R$ 26,2). Quem venceu, Zé Turnes, gastou R$ 15,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,7; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Broering. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Broering DEMR$ 106 mil · 3.977 votosR$ 26,7
- Cida PTR$ 32 mil · 1.228 votosR$ 26,2
- Zé Turnes MDBR$ 93 mil · 6.026 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.