João Bosco
João Bosco Gonçalves · nasceu em 1948
João Bosco disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Palmas de Monte Alto (BA)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 56 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, João Bosco declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Palmas de Monte Alto (BA) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impresso3 pessoas, não nomeadasR$ 27,5 mil71,1%
- TransporteTudo de Ravena Auto Posta LtdaR$ 7.98520,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmas de Monte Alto (BA), 2004
João Bosco: R$ 164 por voto (mediana da disputa, R$ 28,8). Quem venceu, Manoel Rubens, gastou R$ 28,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Bosco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Bosco PTR$ 39 mil · 235 votosR$ 164
- Manoel Rubens PPR$ 186 mil · 6.444 votosR$ 28,8
- Fernando PDTR$ 55 mil · 5.158 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2004, prefeito: 6,1 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.