Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PT

João Batista

João Batista Romualdo da Silva · nasceu em 1954

João Batista se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2012PT2024PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2004–2008), PT (2012–2024).

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPTBPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Cabeceira Grande (MG)
    PT 44· esquerda
    Na chapa de Fernando Zenon
    chapa não eleita557 votos da chapa, 11,3%
  2. 2012
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Joao Batista
    não eleito1.234 votos, 27,0%
  3. 2008
    PTB 14· centro-direita
    não eleito1.257 votos, 29,0%
  4. 2004
    PTB 14· centro-direita
    não eleito1.036 votos, 27,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, João Batista declarou R$ 347,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 612,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 347,8 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 314.840 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 347,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, João Batista declarou ao TSE R$ 215 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 95 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Cabeceira Grande (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 95,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 95,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 84,5 mil88,7%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 9.3149,8%
  3. PartidoR$ 1.4731,5%

Para onde foi

R$ 95,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 95,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal54 pessoas, não nomeadasR$ 47,7 mil50%
  2. TransporteTudo de Posto Cabeceira Grande LtdaR$ 12,1 mil12,7%
  3. EventosR$ 3.3473,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Cabeceira Grande (MG), 2012

Joao Batista: R$ 77,2 por voto (mediana da disputa, R$ 77,2). Quem venceu, Odilon, gastou R$ 86,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 18,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joao Batista. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.