João Barros
João Cavalcante Barros · nasceu em 1937
João Barros se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 71 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, João Barros declarou R$ 800,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2008.
- João BarrosR$ 800,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 311,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 364 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Quinhentas cabeças de gado nelore po e comumR$ 269,6 milBens rurais e animais
- Casa shcgn 704 bloco d casa 22 brasilia DFR$ 156,7 milImóveis
- Toyota hilux 3.0 ano 2003/2003 placa jggR$ 134,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- Fazenda arizonaR$ 98,6 milBens rurais e animais
- Casa av getúlio vargasR$ 91,3 milImóveis
- Fazenda olho dáguaR$ 22,5 milBens rurais e animais
- Quatro terrenos no bairro nova correnteR$ 15 milImóveis
- Fazenda vereda do caxingó em correnteR$ 7.968Bens rurais e animais
- Terreno av getúlio vargasR$ 3.743Imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, João Barros declarou ao TSE R$ 806 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 409 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Corrente (PI) · DEM · não eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 214 mil53,9%
- Próprio bolsoR$ 164,6 mil41,4%
- PartidoR$ 18,7 mil4,7%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 20,1 mil5,1%
- PessoalR$ 7.9122%
- OutrosR$ 6.8541,7%
- EscritórioR$ 3.0390,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Corrente (PI), 2008
João Barros: R$ 172 por voto (mediana da disputa, R$ 90,4). Quem venceu, Ribeiro, gastou R$ 27,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 339; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: João Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nizomar PVR$ 41 mil · 120 votosR$ 339
- João Barros DEMR$ 397 mil · 2.309 votosR$ 172
- Diana De Terto PSBR$ 295 mil · 3.260 votosR$ 90,4
- Ribeiro MDBR$ 149 mil · 5.395 votosR$ 27,6
- Edilson Nogueira PTR$ 25 mil · 2.255 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2008, prefeito: 5,8 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.