Jó de Sirley
Joarliton Jose de Santana · nasceu em 1980
Jó de Sirley se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2022, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2008), PDT (2012), PATRIOTA (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 42 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado estadual · BahiaPATRIOTA 51444· direitasuplente1.051 votos; 347º mais votado de 847 no estado
- 2012Vice-prefeito · Cotegipe (BA)PDT 12· centro-esquerda· na urna, JóNa chapa de Márcia Sá Teleschapa não eleita3.527 votos da chapa, 41,2%
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Jó de Sirley teve 1.051 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 347º lugar entre 847 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Barreiras deu 32,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Jó de Sirley declarou R$ 417,3 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2022, o total subiu R$ 371,3 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2022.
- Jó de SirleyR$ 417,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- CasaR$ 216,8 milCasa
- Fazenda lagoa das covasR$ 174,7 milOutros bens e direitos
- Automovel unoR$ 21,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto cgR$ 3.614Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 490Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Jó de Sirley declarou ao TSE R$ 771 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Cotegipe (BA) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 59777,4%
- Outros candidatosR$ 17422,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 59777,4%
- OutrosR$ 17422,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cotegipe (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 19,8 por voto. Quem venceu, Ninha Miranda, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 218; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sargento Claudio PTBR$ 20 mil · 90 votosR$ 218
- Beatriz MDBR$ 26 mil · 451 votosR$ 57,3
- Divino PTBR$ 15 mil · 353 votosR$ 42,3
- Alvaro Reis PTR$ 5,7 mil · 199 votosR$ 28,4
- Stelson PTR$ 8,1 mil · 289 votosR$ 28
- Pituiba PC do BR$ 4,2 mil · 159 votosR$ 26,4
- Tino MDBR$ 9,3 mil · 469 votosR$ 19,8
- Jorge Mota PDTR$ 4,7 mil · 237 votosR$ 19,7
- Dilma De Ze De Silo PTBR$ 8,6 mil · 440 votosR$ 19,5
- Rosim REPUBLICANOSR$ 7,8 mil · 496 votosR$ 15,8
- Reginaldo Mota MDBR$ 5 mil · 321 votosR$ 15,7
- Ninha Miranda PTBR$ 6,4 mil · 549 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2008, vereador: 192 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.