Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Jorge Mota

Jorge Carlos da Mota · nasceu em 1952

Jorge Mota se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB−0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PDT2010PDT2012PT2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2004), PDT (2008–2010), PT (2012), PTB (2020).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPDTPTPTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cotegipe (BA)
    PTB 14444· centro-direita
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Barreiras (BA)
    PT 13333· centro-esquerda
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · Bahia
    PDT 12130· centro-esquerda
    suplente1.283 votos; 302º mais votado de 588 no estado
  4. 2008
    Vereador · Cotegipe (BA)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente237 votos
  5. 2004
    Prefeito · Cotegipe (BA)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito214 votos, 3,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Jorge Mota teve 1.283 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 302º lugar entre 588 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Cotegipe deu 56,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

1.283 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.283 votos.
  1. Cotegipe (BA)721 votos56,2%
  2. Barreiras (BA)279 votos21,7%
  3. Salvador (BA)37 votos2,9%
  4. Cristópolis (BA)26 votos2%
  5. Santa Rita de Cássia (BA)22 votos1,7%
  6. Outras 67 cidades88 votos6,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Jorge Mota declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cotegipe (BA) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 534
64% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Cotegipe (BA), 2020

Mediana da disputa: R$ 4,72 por voto. Quem venceu, Toinho Cidadão, gastou R$ 2,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,1; o mais barato, R$ 2,48.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 91 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.