Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Jesu do Zé Abilio

Jesu Pires de Morais · nasceu em 1957

Jesu do Zé Abilio se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Ilicínea (MG)
    MDB 15614· centro-direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Ilicínea (MG)
    MDB 15111· centro· na urna, Jesus do Zé Abílio
    suplente170 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jesu do Zé Abilio declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 500.000 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Jesu do Zé AbilioR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Jesu do Zé Abilio declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Ilicínea (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.857
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.857.
  1. PessoasR$ 1.82663,9%
  2. Próprio bolsoR$ 66923,4%
  3. Outros candidatosR$ 33511,7%
  4. EmpresasR$ 270,9%

Para onde foi

R$ 2.857
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Ilicínea (MG), 2008

Jesus Do Zé Abílio: R$ 16,8 por voto (mediana da disputa, R$ 33,2). Quem venceu, Cleusa Resende, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jesus Do Zé Abílio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.