Jeffinho
Jefferson Rodrigo Lopes · nasceu em 1984
Jeffinho se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSB (2016), DEM (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 40 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jeffinho declarou R$ 209,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 25,8 mil acima da inflação.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- JeffinhoR$ 209,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Honda civic exl 2017R$ 113,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua juscelino k. de oliveiraR$ 49,7 milTerreno
- VW gol 1.6 city 2013R$ 42 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- SicrediR$ 2.249Conta corrente no país
- Banco do brasilR$ 2.094Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- SicrediR$ 89Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jeffinho declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 28 mil, 16% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itaquiraí (MS) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 22,3 mil80,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Bruno Romeu Bogoni Vice-PrefeitoR$ 4.37515,8%
- Próprio bolsoR$ 9803,5%
Para onde foi
- Pessoal16 pessoas, não nomeadasR$ 9.46134,3%
- ServiçosR$ 2.7349,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaquiraí (MS), 2024
Jeffinho: R$ 45 por voto (mediana da disputa, R$ 42,7). Quem venceu, Ricardinho Favaro, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,6; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jeffinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Flávia Rufino PSDBR$ 28 mil · 362 votosR$ 78,6
- Edivan Silva PPR$ 22 mil · 322 votosR$ 67,9
- Luiz Da Saúde PSDBR$ 32 mil · 586 votosR$ 54,3
- Maria Da Bello PPR$ 25 mil · 479 votosR$ 51,3
- Jeffinho PPR$ 28 mil · 613 votosR$ 45
- Valdinei Gubert PSDBR$ 28 mil · 640 votosR$ 44,4
- Ariadne Gheller PPR$ 23 mil · 533 votosR$ 42,7
- Cirço Do Táxi PPR$ 21 mil · 492 votosR$ 41,8
- Professora Marcia Filipus PSDBR$ 21 mil · 524 votosR$ 39,2
- Careca PSDBR$ 23 mil · 686 votosR$ 33,5
- Donato Fernandes PPR$ 20 mil · 659 votosR$ 30,1
- Ricardinho Favaro PSDBR$ 24 mil · 974 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2024, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.