Apuração
Governador · 2014 · PRTB

Jeferson Piones

Jeferson Piones da Silva · nasceu em 1961

Jeferson Piones se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PRTB2014PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PRTB.

GovernadorSuplente sen.PartidoPRTB201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2014, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2014: 53 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Governador · Alagoas
    PRTB 28· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2014
    1º suplente de senador · Alagoas
    PRTB 288· direita
    Na chapa de Oldemberg Paranhos
    chapa não eleita6.390 votos da chapa
  3. 2010
    Governador · Alagoas
    PRTB 28· direita
    não eleito5.752 votos, 0,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Jeferson Piones declarou R$ 98,9 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2014, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 98,9 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.000 na declaração)

Declarou 65% da mediana dos candidatos a governador em Alagoas em 2010.

  • Jeferson PionesR$ 98,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 98,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Jeferson Piones declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Governador · Alagoas · PRTB · não eleito

De onde veio

R$ 23,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,2 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 19,5 mil84,2%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.66515,8%

Para onde foi

R$ 23,2 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: governador, Alagoas, 2010

Jeferson Piones: R$ 4,04 por voto (mediana da disputa, R$ 5,38). Quem venceu, Teotonio Vilela, gastou R$ 129 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 4,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jeferson Piones. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, governador: 248 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.