Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PSDB

Jean

Jean Cláudio da Costa · nasceu em 1970

Jean se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Moema (MG)
    PSDB 14· centro-direita
    Na chapa de Marcelo
    chapa eleita2.550 votos da chapa, 51,2%
  2. 2004
    Vereador · Moema (MG)
    PSDB 45610· centro-direita
    eleito220 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Jean declarou R$ 269,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 269,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 269,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Jean declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Moema (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 5.082
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.082
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Moema (MG), 2004

Jean: R$ 23,1 por voto (mediana da disputa, R$ 10,1). Quem venceu, Sacolão, gastou R$ 4,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,8; o mais barato, R$ 4,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jean. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Renê Besteira MDBR$ 5,1 mil · 67 votosR$ 75,8
  • Maria Do Lau MDBR$ 5,3 mil · 124 votosR$ 42,4
  • Totõe Da Cemig PLR$ 929 · 33 votosR$ 28,1
  • Jean PSDBR$ 5,1 mil · 220 votosR$ 23,1
  • Celso Da Kátia MDBR$ 736 · 40 votosR$ 18,4
  • Adriana Do Bolão PTBR$ 3,2 mil · 186 votosR$ 17,4
  • Charlis Brow MDBR$ 1,8 mil · 178 votosR$ 10,1
  • Zé Do Batuta PTR$ 717 · 78 votosR$ 9,19
  • Maria Do Jaime MDBR$ 844 · 95 votosR$ 8,88
  • Alaelson Do Pop House MDBR$ 1,4 mil · 174 votosR$ 8,09
  • Celina Do São MDBR$ 733 · 120 votosR$ 6,11
  • Sacolão PSDBR$ 831 · 191 votosR$ 4,35

Votos por real

  • 2004, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.