Apuração
Prefeito · 2020 · PSOL

Janio Nunes

Janio Nunes Martins · nasceu em 1960

Janio Nunes se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,79← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2012PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSOL201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior incompleto, advogado, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Itabira (MG)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito152 votos, 0,2%
  2. 2012
    Vereador · Itabira (MG)
    PSOL 50125· esquerda
    não eleito
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSOL 50125· esquerda
    não eleito119 votos; 891º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Janio Nunes teve 119 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 891º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 14 cidades. Itabira deu 67,2% deles.

119 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 119 votos.
  1. Itabira (MG)80 votos67,2%
  2. Belo Horizonte (MG)15 votos12,6%
  3. Montes Claros (MG)7 votos5,9%
  4. Santa Maria de Itabira (MG)4 votos3,4%
  5. Betim (MG)3 votos2,5%
  6. Viçosa (MG)1 voto0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Janio Nunes declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 14 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Itabira (MG) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 13,6 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 13,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.64312,1%
  2. PessoalR$ 5414%
  3. EventosR$ 1421%
  4. EscritórioR$ 70,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Itabira (MG), 2020

Janio Nunes: R$ 89,7 por voto (mediana da disputa, R$ 40,2). Quem venceu, Marco Antonio, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,4; o mais barato, R$ 21,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Janio Nunes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 119 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.