Apuração
Vereador · 2020 · PP

Jalinho

Jallison Sette de Oliveira · nasceu em 1987

Jalinho disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Gonzaga (MG)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Gonzaga (MG)
    PP 11777· direita
    eleito208 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Jalinho declarou R$ 73,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 73,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 51.462 na declaração)

Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • JalinhoR$ 73,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 73,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Jalinho declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje, 5,6% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Gonzaga (MG) · PP · eleito

De onde veio

R$ 3.269
5,6% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.269.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.47245%
  2. Próprio bolsoR$ 1.42943,7%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Concelso Pereira Da Costa PrefeitoR$ 36811,3%

Para onde foi

R$ 2.901
O maior gasto foi com serviços: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.901.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.84063,4%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Gustavo Chaves SimilR$ 56619,5%
  3. Material impressoTudo de Brazsilk Estamparia LtdaR$ 45115,6%
  4. EscritórioR$ 441,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Gonzaga (MG), 2020

Jalinho: R$ 13,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,6). Quem venceu, Ismael, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,2; o mais barato, R$ 12,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jalinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ró Das Casinhas PPR$ 2,5 mil · 36 votosR$ 70,2
  • Elaine Do Xodó DEMR$ 3,4 mil · 64 votosR$ 52,6
  • Silvania Da Saúde PPR$ 1,8 mil · 36 votosR$ 51,1
  • João Do Ônibus DEMR$ 1,8 mil · 37 votosR$ 49,7
  • Sonia DEMR$ 1,8 mil · 57 votosR$ 32,3
  • Leizinho PPR$ 2,5 mil · 100 votosR$ 25,1
  • Julito Dos Cassimiro DEMR$ 1,8 mil · 99 votosR$ 18,6
  • Fabrício Costa PPR$ 1,9 mil · 120 votosR$ 15,6
  • Ramon DEMR$ 2 mil · 133 votosR$ 15,3
  • Jalinho PPR$ 2,9 mil · 208 votosR$ 13,9
  • Nem Do Xodó PPR$ 1,8 mil · 147 votosR$ 12,5
  • Ismael DEMR$ 1,8 mil · 151 votosR$ 12,2

Votos por real

  • 2020, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.