Jair da Ilha
Jair Ferreira Velozo · nasceu em 1977
Jair da Ilha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PSB (2004), AVANTE (2012), PDT (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jair da Ilha declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 4.871, já descontada a inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Jair da IlhaR$ 71,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Jair da Ilha declarou ao TSE R$ 162 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Matias Cardoso (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Matias Cardoso (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,1 por voto. Quem venceu, Jan De Joquinha, gastou R$ 15,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 15,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cardoso PSDBR$ 7,8 mil · 48 votosR$ 161
- Demar Santiago SOLIDARIEDADER$ 7,1 mil · 67 votosR$ 106
- Noeme De Gado Bravo PVR$ 6,6 mil · 147 votosR$ 45,1
- Gera PHSR$ 2,5 mil · 69 votosR$ 36,4
- Dalmir Promocoes PSCR$ 6,3 mil · 203 votosR$ 31,2
- Marcio Da Radio PSCR$ 3,6 mil · 158 votosR$ 22,8
- Rafael Do Lajedao PSCR$ 8,4 mil · 379 votosR$ 22,1
- Arnaldo MDBR$ 2,6 mil · 120 votosR$ 21,7
- Luiz Da Loja PTBR$ 2,6 mil · 126 votosR$ 20,4
- Baiano Da Saude PLR$ 2,8 mil · 149 votosR$ 19,1
- Macarão PSCR$ 3,1 mil · 178 votosR$ 17,2
- Jan De Joquinha PDTR$ 3,5 mil · 221 votosR$ 15,8
Votos por real
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.