Macarrão
Francisco de Souza Oliveira · nasceu em 1955
Macarrão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PSC (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Macarrão declarou R$ 139,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 23,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- MacarrãoR$ 139,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Macarrão declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Matias Cardoso (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 76464,3%
- Outros candidatosR$ 42535,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Matias Cardoso (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 15,5 por voto. Quem venceu, Nel Do Lagedinho, gastou R$ 4,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.401; o mais barato, R$ 4,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleia PATRIOTAR$ 2,8 mil · 2 votosR$ 1.401
- Laura Cordoval PTR$ 5,2 mil · 42 votosR$ 123
- Noeme Do Gado Bravo PTR$ 7,5 mil · 80 votosR$ 94,1
- Gina Da Praia PATRIOTAR$ 4,2 mil · 85 votosR$ 49,5
- Bilinha Da Saúde PATRIOTAR$ 2,8 mil · 76 votosR$ 37,2
- Fabrício Moto PTR$ 2 mil · 111 votosR$ 17,8
- Pretinha De Merson PTR$ 4,5 mil · 291 votosR$ 15,5
- Reinaldo PATRIOTAR$ 1,6 mil · 136 votosR$ 11,4
- Barão Da Serraria PTR$ 1,4 mil · 164 votosR$ 8,75
- Rafael Do Lagedao AVANTER$ 2,1 mil · 338 votosR$ 6,30
- Dalmir Promocoes AVANTER$ 1,6 mil · 276 votosR$ 5,65
- Nel Do Lagedinho AVANTER$ 1,3 mil · 289 votosR$ 4,66
Votos por real
- 2020, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.