Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PT

Jailson

Jailson de Sousa · nasceu em 1979

Jailson se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012PSB2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: MDB (2008), PSB (2012), PT (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoMDBPSBPT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, até o fundamental, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Miguel Leão (PI)
    PT 55· centro-esquerda
    Na chapa de Professor Joel
    chapa eleita714 votos da chapa, 53,5%
  2. 2012
    Vice-prefeito · Miguel Leão (PI)
    PSB 40· centro-esquerda
    Na chapa de Professor Joel
    chapa eleita510 votos da chapa, 44,9%
  3. 2008
    Vereador · Miguel Leão (PI)
    MDB 15666· centro
    eleito76 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jailson declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 2.765 acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 16,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Jailson declarou ao TSE R$ 8,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Miguel Leão (PI) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 8.321
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 8.321
O maior gasto foi com outros: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.321. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 4.28451,5%
  2. TransporteTudo de Brasil Petróleo LtdaR$ 1.79421,6%
  3. ServiçosR$ 3354%

Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Leão (PI), 2008

Jailson: R$ 109 por voto (mediana da disputa, R$ 139). Quem venceu, Louro, gastou R$ 72,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 714; o mais barato, R$ 50,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jailson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 9,1 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.