Ivan Marcos Devensi
nasceu em 1972
Ivan Marcos Devensi se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ivan Marcos Devensi declarou R$ 493,8 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Ivan Marcos DevensiR$ 493,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 16 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Parte da metade do lote rural n. 115 com 5R$ 143,6 milTerra nua
- Parte da frente do lote urbano n. 4 na rua 22 de maioR$ 71,8 milTerreno
- Em moeda corrente nacionalR$ 71,1 milDinheiro em espécie
- Lote rural n. 118 matricula n. 2.565 com 100.500 m²…R$ 64,6 milTerra nua
- Veiculo ford fusion ano 2007 e modelo 2008 placas jrc 0082R$ 64,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote rural na linha sao pauloR$ 20 milTerra nua
- Veiculo camionete C-10 ano e modelo 1973 placas iiy 8735R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno n. 1B quadra 10 na rua tancredo neves em mariano…R$ 12,9 milTerreno
- Veiculo volvo V40 ano e modelo 1998 placas mbv 0040R$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo GM celta ano e modelo 2002 placas ilh 7H51R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote rural em linha filippiR$ 5.602Terra nua
- Conta corrente banco banrisulR$ 3.583Conta corrente no país
- Cota capital sicrediR$ 1.222Quotas ou quinhões de capital
- Conta corrente sicrediR$ 1.191Conta corrente no país
- Caderneta de poupança no banco banrisulR$ 349Caderneta de poupança
- Caderneta de poupança no banco do brasilR$ 95Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ivan Marcos Devensi declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Mariano Moro (RS) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Arte Sul Impressao De Material Publicitario LtdaR$ 2.23230%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mariano Moro (RS), 2020
Ivan Marcos Devensi: R$ 7,54 por voto (mediana da disputa, R$ 7,54). Quem venceu, Irineu, gastou R$ 20,8 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ivan Marcos Devensi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irineu REPUBLICANOSR$ 22 mil · 1.043 votosR$ 20,8
- Ivan Marcos Devensi MDBR$ 7,4 mil · 986 votosR$ 7,54
Votos por real
- 2020, prefeito: 133 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 213 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.