Itamar Lima Chaves
nasceu em 1946
Itamar Lima Chaves disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Tapiramutá (BA)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 58 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Itamar Lima Chaves declarou ao TSE R$ 90 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Tapiramutá (BA) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,4 mil14,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 9.77410,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 9.77410,8%
- EventosR$ 8.9929,9%
- Material impressoR$ 7.3378,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tapiramutá (BA), 2004
Itamar Lima Chaves: R$ 34,9 por voto (mediana da disputa, R$ 34,9). Quem venceu, Dr. Toinho, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,1; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Itamar Lima Chaves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Domingos PTR$ 8,5 mil · 163 votosR$ 52,1
- Itamar Lima Chaves PLR$ 90 mil · 2.591 votosR$ 34,9
- Dr. Toinho MDBR$ 51 mil · 4.681 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.