Isaias Daibem
Isaias Milanezi Daibem · nasceu em 1940
Isaias Daibem se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2004), PSOL (2006), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 72 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPSOL 50555· esquerdasuplente3.241 votos; 588º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Isaias Daibem teve 3.241 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 588º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 112 cidades. Bauru deu 71,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Isaias Daibem declarou R$ 222,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 50,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Isaias DaibemR$ 222,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Isaias Daibem declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Bauru (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,5 mil53,6%
- PessoasR$ 10,4 mil33,7%
- PartidoR$ 2.6198,5%
- EmpresasR$ 1.3004,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 17,1 mil55,5%
- ServiçosR$ 11,1 mil36%
- TransporteR$ 1.1053,6%
- EscritórioR$ 6712,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4331,4%
- OutrosR$ 4251,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Bauru (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 32,5 por voto. Quem venceu, Roberval Sakai, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Oliveira PTBR$ 139 mil · 629 votosR$ 221
- Claudio Da Construção PTR$ 348 mil · 2.152 votosR$ 162
- Dr Paulo Eduardo PSBR$ 187 mil · 1.715 votosR$ 109
- Lima Junior PSDBR$ 80 mil · 2.092 votosR$ 38,1
- Purini MDBR$ 193 mil · 5.735 votosR$ 33,7
- Paulo Eduardo Martins PSDBR$ 60 mil · 1.777 votosR$ 33,5
- Mantovani PSDBR$ 82 mil · 2.526 votosR$ 32,5
- Pastora Celina PSCR$ 59 mil · 2.140 votosR$ 27,7
- Moisés Rossi CIDADANIAR$ 94 mil · 3.434 votosR$ 27,3
- Sandro Bussola PTR$ 66 mil · 3.165 votosR$ 20,9
- Dra. Telma Gobbi MDBR$ 69 mil · 3.846 votosR$ 18
- Roberval Sakai PPR$ 112 mil · 6.967 votosR$ 16
Votos por real
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 1.387 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 356 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.