Apuração
Vereador · 2016 · PSL

Indio

Jose Wellington Alves dos Santos · nasceu em 1975

Indio se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSL−0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSTU2012PSTU2014PSOL2016PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSTU (2010–2012), PSOL (2014), PSL (2016).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSTUPSOLPSL2010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, industrial, cor indígena. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Camaçari (BA)
    PSL 17003· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Bahia
    PSOL 5010· esquerda· na urna, Indio do Psol
    não eleito1.035 votos; 163º mais votado de 312 no estado
  3. 2012
    Prefeito · Camaçari (BA)
    PSTU 16· esquerda· na urna, Índio Metalúrgico
    não eleito225 votos, 0,2%
  4. 2010
    Deputado estadual · Bahia
    PSTU 16123· esquerda· na urna, Índio
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Indio teve 1.035 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 163º lugar entre 312 candidatos.

Recebeu votos em 89 cidades. Camaçari deu 47,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.

1.035 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.035 votos.
  1. Camaçari (BA)493 votos47,6%
  2. Salvador (BA)217 votos21%
  3. Feira de Santana (BA)32 votos3,1%
  4. Simões Filho (BA)30 votos2,9%
  5. Dias D'ávila (BA)26 votos2,5%
  6. Outras 74 cidades117 votos11,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Indio declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 215,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 324,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • IndioR$ 324,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 324,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Indio declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 8,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Camaçari (BA) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 5.144
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.144.
  1. PessoasR$ 2.81354,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.61931,5%
  3. Outros candidatosR$ 71213,8%

Para onde foi

R$ 5.144
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.144.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 2.42947,2%
  2. Material impressoR$ 2.00338,9%
  3. ServiçosR$ 71213,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Camaçari (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 73,2 por voto. Quem venceu, Falcão, gastou R$ 40,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 40,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 189 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.