Marcelino
Jose Marcelino de Jesus Filho · nasceu em 1969
Marcelino se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelino declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 406,5 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- MarcelinoR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelino declarou ao TSE R$ 556 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 200 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Camaçari (BA) · PT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 5.66197,1%
- Outros candidatosR$ 1702,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 14,2 mil45,5%
- EscritórioR$ 11,4 mil36,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.90915,8%
- InternetR$ 7082,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Camaçari (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 59,6 por voto. Quem venceu, Flavio Matos, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.043; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Araujo PATRIOTAR$ 170 mil · 42 votosR$ 4.043
- Pateta Do Povo PATRIOTAR$ 71 mil · 88 votosR$ 804
- Professora Jeane MDBR$ 71 mil · 243 votosR$ 291
- Tiago Peixoto PSLR$ 60 mil · 448 votosR$ 133
- Jackson PTR$ 97 mil · 1.190 votosR$ 81,6
- Vaninho Da Rádio DEMR$ 82 mil · 1.103 votosR$ 73,9
- Dilson Magalhaes Jr PSDBR$ 84 mil · 1.415 votosR$ 59,6
- Falcão CIDADANIAR$ 65 mil · 1.597 votosR$ 40,8
- Dr Elias Natan PSDBR$ 98 mil · 2.418 votosR$ 40,6
- Tagner PTR$ 54 mil · 1.369 votosR$ 39,3
- Jorge Curvelo DEMR$ 61 mil · 2.940 votosR$ 20,6
- Flavio Matos DEMR$ 56 mil · 3.345 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.