Ilson Morais Chaves (guigo)
Ilson Morais Silva Chaves · nasceu em 1970
Ilson Morais Chaves (guigo) se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ilson Morais Chaves (guigo) declarou R$ 413,5 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 290,8 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Ilson Morais Chaves (guigo)R$ 413,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa localizada à avenida d. limaR$ 292,4 milCasa
- Chevrolet cruzeR$ 79,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote localizado à rua santa catarinaR$ 14,6 milTerreno
- Um lote localizadoo à rua santa catarinaR$ 14,6 milTerreno
- 50% Das cotas da empresa pedra grande transportesR$ 12,2 milOutras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ilson Morais Chaves (guigo) declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itatiaiuçu (MG) · PV · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.26172,7%
- Próprio bolsoR$ 1.61918,8%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Matarazo Jose Da Silva PrefeitoR$ 7358,5%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 97211,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 420,5%
- OutrosR$ 160,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Itatiaiuçu (MG), 2016
Ilson Morais Chaves (Guigo): R$ 13,6 por voto (mediana da disputa, R$ 44,1). O voto mais caro custou R$ 5.962; o mais barato, R$ 13,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Karina Do Deverlei PVR$ 6 mil · 1 votosR$ 5.962
- Vinícius Rosa PTBR$ 8,6 mil · 100 votosR$ 86,2
- Vandeir Das Pedras MDBR$ 7,3 mil · 128 votosR$ 57
- Concesso Da Autopeças CIDADANIAR$ 6,5 mil · 114 votosR$ 56,9
- Ritinha (Professora) PTBR$ 5,6 mil · 125 votosR$ 44,9
- Matheus Pedrosa Queiroz PSDR$ 7,8 mil · 177 votosR$ 44,1
- Zito PVR$ 7,1 mil · 231 votosR$ 30,6
- Henrique Samuel MDBR$ 11 mil · 364 votosR$ 28,9
- Adriana Camargos PHSR$ 6,5 mil · 249 votosR$ 26,2
- Ilson Morais Chaves (Guigo) PVR$ 8,6 mil · 632 votosR$ 13,6
Votos por real
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.